terça-feira, 18 de maio de 2010

Miss Suéter!Elegância e sensualidade com o sutiã Bullet!


Seios Pontudos com o sutiã!

ANTES DO SILICONE




Nas décadas de 1950 e 1960, um concurso despertava muita atenção, embora sem o glamour idêntico ao que existia no Miss Brasil. Tratava-se do Miss Suéter, um certame que procurava destacar as jovens que aparentavam ter bustos bem proporcionados. Ninguém falava naquela época em silicone. Os únicos truques permitidos, e que todos sabiam que existiam, eram os de as concorrentes usarem sutiãs de boas marcas que destacavam suas silhuetas, sutiãs cujas propagandas podiam ser vistas nas maiores revistas brasileiras, como os da marca Magic-Form e De Millus. Para usar no concurso, o ideal era o sutiã no estilo denominado bullet, que deixava os seios pontiagudos.


Tal como nos certames de beleza de maior prestígio, o Miss Suéter era composto de garotas consideradas fortes e fracas concorrentes, assim como de satisfação e insatisfação quando os resultados eram anunciados


Após a 2ª Guerra Mundial, quando as mulheres buscaram resgatar o glamour racionado durante o conflito militar, entrou em cena o Bullet Bra, o sutiã cônico que parecia querer intimidar o interlocutor. Aliás, o próprio nome, que pode ser traduzido como «sutiã-bala», parece sintomático do período pós-guerra em que ele surgiu. Esse acessório criava a silhueta pontuda perseguida pelas garotas que queriam imitar as curvas das estrelas de cinema dos anos 50 como Lana Turner, Jane Russell, Diana Dors e Marilyn Monroe.





Suéteres!
Você pode tê-lo em todas as versões: Cardgan, Gola rulê, Pescoco em V, Pescoco quadrado, com botões ao lado... Experimente com silk é um luxo só!

O traje perfeito para o inverno, as fibras sao naturais, é super quentinho e muito, muito confortável.¨
Já dizia Coco Chanel: "Luxury must be comfortable otherwise it is not luxury".

Amo a história de marcar os seios com um belo suéter, lindo elegante sem ser vulgar estou louca por um sutiã desses quem souber aonde tem me avise por favor...
Beijinhos chérries!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Você quer tudo ?? Seja como Frodo Bolseiro!


VAI SER COMO O FRODO BOLSEIRO!


Frodo foi à casa do Bilbo para receber um presente. Presenteiam-se por exercício de estima, normal. Mas Frodo chegou lá e... Ganhou TUDO que Bilbo tinha!

Bilbo, o tiozão rico e maluco, deixou TUDO!

- Imagina... Frodo Ganhou tudo! Não precisaria fazer mais nada em sua vida a não ser desfrutá-la.

- Ganhou tudo e mais um anel... Caracoles, o anel mudaria tudo ou não?

O dilema de nossas vidas!

Agora, Frodo tinha dois caminhos: ser o hobbit mais gordo, bêbado e rico do seu condado ou se perguntar por que alguém, com tanto, simplesmente DEIXA para trás tudo que conquistara...

E nessa, Frodo vê uma luz, maluuuco!

Então... Gandalf conta a história do anel até ali... E eis o dilema de Frodo: largar os bets com a vidinha pacata e conhecer a vida depois do condado; ou ficar em casa lendo a história de outros, histórias que ELE, FRODO, poderia escrever também. Poderia e QUERIA!

Então... Esclarecido por Gandalf sobre os cuidados e missão do anel, Frodo se abraçou com a causa de tudo o que lhe importava realmente naquele período e preparou-se.

Você quer tudo? Vai ser como o Frodo Bolseiro!

Precisamos deste exemplo! Estava tudo na mão: uma bela herança, uma vida abastada. Mas é preciso sair do Condado, talvez subir em uma árvore e ver como estão as coisas...

Pode ser uma decisão difícil, como a de Frodo Bolseiro... E quem disse que tudo é fácil, saia do Condado seja como Frodo, O Bolseiro!



Israel "surfer", Jacko e Lee.
Resolvi publicae este texto devido a grande veracidade  e insentivo qque ele nos dá !!! è de um amigásso meu achei super 10 pra quem quer tudo ou pra quem ja tem tudo!!!
Beijinhos Cherriés!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Marlene Dietrich! A Diva dos Marlenes...






Marie Magdalene Dietrich teria completado 100 anos em 27 de dezembro de 2001.

Em 1922 ela adotou o nome Marlene Dietrich e passou a dividir seu tempo entre o teatro, o
cinema e o cabaré; dois anos depois nascia sua filha Maria, fruto de seu casamento com o
assistente de direção Rudolf Sieber. A vida da maior estrela do cinema que a Alemanha já
teve foi marcada pelo perfeccionismo, pela ousadia e por amores de ambos os sexos.
Enigmática e fria, prussiana disciplinada, ícone de antigos movimentos feministas,
antifacista engajada, suposta traidora da pátria, avó erótica do cinema – foram várias as
facetas oferecidas pela diva alemã a sua legião de admiradores.
Lisboa-Rehberg (2001) defendeu, em seu trabalho de mestrado, as múltiplas faces
de Dietrich, sem destruí-la enquanto mito. O mito alemão do cinema do século vinte é parte
integrante da história alemã, como personagens e vozes políticas. Dietrich representa cada
alemão que lutou contra a barbárie política nazista. Passada a guerra, teve que amargar a
posição política assumida: foi por muito tempo xingada na Alemanha de “traidora da pátria
Dentre as muitas acepções do termo mito, há uma que remete à pessoa ou fato
representado ou concebido pela imaginação popular de forma exagerada (cf. Ferreira, 1986).




Marlene Dietrich: do mega ao contido


Marlene Dietrich foi considerada um mito do século passado, dando origem a
inúmeras biografias e homeangens. Recentemente, a título de exemplo, foi organizada, por
Bruno Fischli – diretor do Instituto Goethe, em Sao Paulo -, uma retrospectiva de seus filmes.
O mito de Marlene Dietrich nasceu pelas mãos do diretor austríaco Josef von Sternberg, que
em 1929 chamou a atriz para o papel da cantora de cabaré em O Anjo Azul. No dia seguinte à
estreia do filme, a atriz foi ao encontro de Von Sternberg em Hollywood, e trabalhou com ele
em outros seis filmes, contratada pela Paramount. Já os dois primeiros, o clássico Marrocos
Marocco, 1930) e Dishonored (1931), definiram o “Dietrich-Touch”: a femme fatale
solitária, cujo passado não lhe dava paz. As mulheres às quais Marlene dava vida na tela
eram inteligentes e independentes, assim como ela o era na vida real.
Em 1936, a atriz recusou os insistentes convites de Joseph Goebbels, ministro da
Educação e Propaganda do 3º. Reich, para retornar à Alemanha, onde cada filme lhe
renderia uma fortuna. Ela era a estrela de Hollywood que Hitler queria conquistar para fins
de propaganda. Mas Marlene continuou nos Estados Unidos e, em 1939, tornou-se cidadã
americana. Deu toda a ajuda possível aos imigrantes em Hollywood e, nos anos 1943/44,interrompeu suas atividades no cinema para dedicar-se ao entretenimento de tropas

americanas nos fronts na África e na Europa e a trabalhos em hospitais. Nessa época, ela
incluiu em seu repertório a famosa canção “Lilie Marleen”, que a acompanharia até o final
de sua vida. Por seu enganjamento durante a Guerra, a atriz recebeu condecoraçoes dos EUA,
França e Israel. Mas na Alemanha muitos não a perdoaram por retornar ao país, e costumava
repetir: “Sou berlinense, gracas a Deus!”



Marlene Dietrich atuou em 55 filmes, trabalhando com diretores como Ernst Lubitsch, Billy Wilder, Alfred Hitchcock, Orson Welles e Fritz Lang; seu último grande

papel no cinema foi em Julgamento em Nuremberg (Judgement at Nuremberg, 1961),
dirigido por Stanley Kramer. Em 1953, ela iniciou sua igualmente bem-sucedida carreira de
cantora, ou melhor, de diseuse, com um show em Las Vegas. Sua voz rouca e sensual
deleitou platéias ao apresentar-se na ousadia misteriosa de sua aparência, fosse em seu
esvoaçado chiffon branco ou em seu manto de cisne branco; em todos os continentes, fosse
em Nova York, Londres, Paris, Moscou, Tóquio, Jerusalém ou no Rio de Janeiro – onde se apresentou em 1959 e gravou o LP “Dietrich em Rio” - , até 1975, quando quebrou o femur
ao cair do palco em Sidney, na Austrália. No ano seguinte, passou a viver reclusa em seu apartamento em Paris. Em 1978, aceitou um último papel no cinema, no filme Apenas um
Gigolo (Just a Gigolo), de David Hemmings. Em 1984, publicou, na França, seu livro de
memórias, Marl`ene D. par Marl`ene Dietrich. A atriz morreu em 6 de maio de 1992, em
Paris. Conforme seu desejo, foi sepultada em Berlim.

Resolvi fazer este post sobre esta mulher que se tornou um mito , por que gosto muito de uma banda chamada Diedrich e os Marlenes, banda de punk rock curitibana, e resolvi pesquisar quem era essa tal de Marlene que inspirou os caras no nome da banda , o nome do vocalista Oneide Diedrich , quase Dietrich , e assim pela magnitude da mulher escolheram o nome da banda , uma cantora ,atriz e mulher de cabaré com muitas pitadas a la pin up sensual polêmica e linda!
Beijinhos Cherriés

Cherries and Peppers: